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15+ Anos — Especialistas em Fibra Óptica para Empresas

Fibra Óptica para Empresas na Grande São Paulo

Link lento entre prédios ou fibra rompida? Guia técnico completo sobre fusão, reparo e certificação.

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Projetos Realizados

Empresas de todos os portes confiam no nosso trabalho.

Técnico da CI Tecnologia em plataforma elevatória articulada passando infraestrutura de rede no galpão da Atual Cargas
Logística / Transportadora

Atual Cargas

Rede completa para operação logística de grande escala — múltiplos andares, dezenas de pontos de rede e infraestrutura para CFTV.

Resultado: Antes: rede caía 3x por dia. Depois: zero quedas em 6 meses de operação.

Galpão industrial com infraestrutura de fibra óptica instalada pela CI Tecnologia em Mauá
Indústria / Galpão

Grupo Industrial Paulista

Link de fibra óptica entre 3 galpões industriais com distância total de 800 metros — fusão de 24 fibras com certificação OTDR e laudo completo.

Resultado: 800 metros de enlace certificado com perda < 0,05 dB em todas as emendas — laudo OTDR entregue.

Técnico da CI Tecnologia realizando fusão de fibra óptica para provedor de internet em Ribeirão Pires
Provedor de Internet

NetZone Telecom

Fusão e certificação de backbone de fibra óptica para provedor regional — 2,4 km de rota com 48 fibras, incluindo emendas em caixas de passagem e DIO.

Resultado: 2,4 km de backbone certificado — provedor expandiu capacidade para 3x mais clientes na região.

Por Que Escolher a CI Tecnologia?

Por que empresas e condomínios confiam na CI Tecnologia.

2011

Desde 2011 na Grande São Paulo

Mais de 15 anos de atuação contínua na região. Conhecemos cada desafio da infraestrutura local.

Equipe fixa e treinada

Nossos técnicos passam por treinamento constante. Nada de freelancers rotativos — você conhece quem trabalha no seu projeto.

Prazo cumprido em cada projeto

Problema na infraestrutura não espera — por isso não enrolamos.

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Como revenda autorizada, oferecemos equipamentos Intelbras com garantia de fábrica e suporte técnico direto.

O Que Nossos Clientes Dizem

Avaliações reais publicadas no Google.

Avaliação: 5 de 5 estrelas

A fibra entre os galpões rompeu e ficamos sem sistema por horas. Vieram com o equipamento OTDR, acharam o ponto exato do rompimento e fizeram a fusão. Muito rápido.

Marcelo Freitas
Gerente de Manutenção — Galpão Industrial
Avaliação: 5 de 5 estrelas

Precisávamos de enlace redundante de fibra no hospital. Fizeram rota alternativa com certificação impecável. Atenuação abaixo de 0,3 dB em todas as emendas. Trabalho técnico de alto nível.

Carlos Magalhães
Engenheiro de Redes — Hospital
Avaliação: 5 de 5 estrelas

Super recomendo! Instalaram a fibra entre nossos dois prédios em um final de semana pra não parar a operação. Entregaram certinho no prazo combinado.

Vanessa Lima
Administradora — Zona Sul de SP
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Perguntas Frequentes sobre Fibra Óptica para Empresas em Grande São Paulo

Dúvidas comuns sobre nossos serviços em Grande São Paulo.

Fibra óptica é a tecnologia que sustenta a comunicação moderna. Com capacidade de transmitir dados à velocidade da luz por longas distâncias, sem interferência eletromagnética e com largura de banda praticamente ilimitada, a fibra substituiu o cobre em backbones, redes de provedores, interligações entre edifícios e data centers. Na CI Tecnologia, oferecemos serviços especializados de fusão, reparo, instalação e certificação de fibra óptica na Grande São Paulo há mais de 15 anos. Contamos com equipamentos próprios — máquina de fusão e OTDR — e equipe técnica certificada para atender desde provedores de internet (ISPs) até empresas que precisam interligar unidades ou modernizar sua infraestrutura. Este guia aborda tudo sobre fibra óptica: como funciona, tipos de fibra e cabo, processo de fusão e certificação, quando contratar e como escolher o fornecedor certo.

O Que É Fibra Óptica

Fibra óptica é um meio de transmissão que utiliza pulsos de luz para transportar dados através de fios extremamente finos de vidro ou plástico. Enquanto os cabos de cobre (coaxial e par trançado) transmitem dados por sinais elétricos, a fibra óptica usa luz — o que proporciona vantagens fundamentais em velocidade, distância, imunidade a interferências e capacidade de banda.

Como funciona:

Um transmissor óptico (laser ou LED) converte o sinal elétrico em pulsos de luz. Esses pulsos viajam pelo núcleo da fibra (core), que é envolvido por uma camada de revestimento (cladding) com índice de refração diferente, criando o fenômeno de reflexão interna total — a luz "quica" dentro do núcleo e percorre longas distâncias com perda mínima. Na outra ponta, um receptor óptico (fotodiodo) converte os pulsos de luz de volta em sinal elétrico.

Vantagens da fibra óptica sobre o cobre:

  • Velocidade e largura de banda: fibras single-mode atuais suportam transmissão de 100 Gbps ou mais por par de fibras, com tecnologias DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) alcançando terabits por segundo. Nenhum cabo de cobre se aproxima disso.
  • Distância: enquanto o cabo UTP Cat6 tem limite de 100 metros, a fibra single-mode transmite a dezenas de quilômetros sem repetidor. Ideal para interligação entre edifícios, cidades e países.
  • Imunidade eletromagnética: a fibra não sofre interferência de motores, fiação elétrica, equipamentos industriais ou raios. Em ambientes com muita interferência (fábricas, subestações), é a única opção confiável.
  • Largura de banda disponível: a capacidade de transmissão da fibra é praticamente ilimitada com as tecnologias atuais de multiplexação. Um investimento em fibra hoje atende às demandas dos próximos 20-30 anos.
  • Segurança: fibra óptica não emite sinal eletromagnético que possa ser interceptado, tornando-a mais segura contra espionagem que cabos de cobre.

Single-mode vs. Multimode:

Existem dois tipos fundamentais de fibra óptica:

  • Single-mode (monomodo): núcleo de 9 micrômetros. Permite a passagem de apenas um modo de luz, resultando em menor dispersão e maior alcance. Utilizada para longas distâncias: redes de telecomunicações, interligação entre cidades, backbones de provedores. Capa amarela (padrão). Requer transmissor laser, mais caro que LED.
  • Multimode (multimodo): núcleo de 50 ou 62.5 micrômetros. Permite múltiplos modos de luz, resultando em maior dispersão e menor alcance. Utilizada para curtas distâncias: dentro de data centers, interligação entre andares de um edifício. Capa aqua (OM3/OM4) ou laranja (OM1/OM2). Requer transmissor LED ou VCSEL, mais econômico.

Componentes de uma rede de fibra óptica:

  • Cabo óptico: contém as fibras (de 2 a 144 ou mais), elementos de proteção mecânica e, em cabos outdoor, blindagem contra umidade e roedores.
  • Conectores: terminações que permitem conectar a fibra aos equipamentos. Os mais comuns: SC (quadrado, click), LC (pequeno, alta densidade), FC (rosca, laboratórios), MTRJ (duplex, compacto).
  • Emendas por fusão: junção permanente entre duas fibras, com perda típica inferior a 0,02 dB. Feita com máquina de fusão que alinha e funde as fibras com arco elétrico.
  • DIO/ODF (Distribuidor Interno Óptico): caixa ou rack onde as fibras são organizadas, emendadas e distribuídas dentro de um edifício. Funciona como o "patch panel" da fibra óptica.
  • Caixas de emenda (splice closures): caixas herméticas onde as emendas são feitas e protegidas, utilizadas em redes externas (postes, subterrâneas).

Aplicações principais:

  • Redes de provedores (ISPs): backbone e distribuição FTTH (Fiber To The Home).
  • Interligação entre edifícios: campus corporativo, filiais, data centers distribuídos.
  • Data centers: interligação entre switches, storages e servidores.
  • Ambientes industriais: onde a imunidade eletromagnética é essencial.
  • Redes de CFTV de longa distância: câmeras remotas a centenas de metros do DVR/NVR.

Tipos de Fibra e Cabo Óptico

A especificação correta do tipo de fibra e cabo é fundamental para o desempenho e a durabilidade da rede. Veja os tipos disponíveis e quando cada um é indicado.

Classificação por tipo de fibra:

  • OS2 (Single-mode): a fibra para longas distâncias. Núcleo de 9/125 micrômetros. Suporta velocidades de 10 Gbps a 100+ Gbps, dependendo dos transceivers. Alcance de 10 km a 80+ km sem amplificação (dependendo do transceiver). Capa amarela. É o padrão para redes de telecomunicações, interligação entre edifícios distantes e backbones de provedores.
  • OM3 (Multimode 50/125): suporta 10 Gbps até 300 metros. Capa aqua. Otimizada para transmissores VCSEL a 850nm. Boa opção para data centers e interligação entre andares quando 10 Gbps é suficiente e as distâncias são curtas.
  • OM4 (Multimode 50/125): suporta 10 Gbps até 550 metros e 100 Gbps até 150 metros. Capa aqua ou violeta. Evolução do OM3, com melhor largura de banda modal. Indicada para data centers que precisam de maiores distâncias ou preparam a migração para 40/100 Gbps.
  • OM5 (Multimode 50/125): a mais recente. Capa verde-limão. Suporta SWDM (Shortwave Wavelength Division Multiplexing) para 100 Gbps+ em distâncias maiores. Ainda pouco adotada, mas é o futuro da multimodo.

Classificação por tipo de cabo:

  • Cabo indoor (interno): utilizado dentro de edifícios, em eletrodutos e eletrocalhas internas. Capa de material retardante a chama (LSZH — Low Smoke Zero Halogen é o ideal para ambientes fechados, pois em caso de incêndio produz menos fumaça tóxica). Geralmente de 2 a 12 fibras. Mais flexível e com raio de curvatura menor.
  • Cabo outdoor (externo): projetado para ambiente externo, com proteção contra umidade, UV e temperatura. Possui gel bloqueador de água (ou dry block tape nas versões mais modernas). Usado em redes subterrâneas (dutos) e enterrado direto. Disponível de 2 a 144+ fibras.
  • Cabo ADSS (All-Dielectric Self-Supporting): cabo aéreo autossustentado, sem elementos metálicos. Projetado para ser lançado em postes sem a necessidade de cabo mensageiro. Muito utilizado por provedores de internet para distribuição FTTH. Suporta vãos de 80 a 200 metros entre postes, dependendo do modelo.
  • Cabo armado (anti-roedor): possui uma camada de aço (armadura) entre as capas, que protege as fibras contra roedores. Essencial em redes subterrâneas sem duto ou em áreas com histórico de ataque por roedores.
  • Cabo drop (FTTH): cabo fino (1 a 2 fibras) utilizado no trecho final da rede até o assinante. Geralmente cabo flat (achatado) com elemento de tração metálico ou dielétrico. Lançado da caixa de emenda (CTO) até a residência/empresa do cliente.

Tipos de conector:

  • SC (Subscriber Connector): formato quadrado com encaixe push-pull (click). Muito usado em DIO/ODF e equipamentos de telecomunicações. Disponível em versões PC (Physical Contact) e APC (Angled Physical Contact — conector verde, com menor reflexão).
  • LC (Lucent Connector): formato compacto, metade do tamanho do SC. Padrão em equipamentos de data center e switches modernos. Alta densidade de portas por painel.
  • FC (Ferrule Connector): conector com rosca, muito utilizado em instrumentação e laboratórios. Mais seguro contra desconexão acidental.
  • MTRJ (Mechanical Transfer Registered Jack): conector duplex compacto. Uso limitado, mais comum em equipamentos específicos.

Contagem de fibras:

Os cabos estão disponíveis em diversas contagens: 2, 4, 6, 8, 12, 24, 36, 48, 72, 96, 144 fibras ou mais. A escolha depende da aplicação: uma interligação simples entre dois edifícios pode usar cabo de 6 a 12 fibras (com reserva). Uma rede de provedor para um bairro pode exigir cabos de 48 a 144 fibras. A regra é sempre dimensionar com margem — fibras sobressalentes são muito mais baratas que passar cabo novo.

Fusão e Certificação de Fibra Óptica

A fusão é o processo de unir permanentemente duas fibras ópticas, e a certificação é a comprovação de que a rede inteira funciona dentro dos parâmetros aceitáveis. São os dois serviços técnicos mais importantes em fibra óptica — e os que mais exigem equipamento especializado e habilidade do técnico.

O que é fusão de fibra óptica:

Fusão é o processo de alinhar e fundir (soldar) duas extremidades de fibra óptica usando um arco elétrico. O resultado é uma junção permanente com perda de sinal extremamente baixa — tipicamente inferior a 0,02 dB (decibéis) em fusões de boa qualidade. A alternativa à fusão é a emenda mecânica, que usa um dispositivo de alinhamento sem soldagem. A emenda mecânica é mais rápida e não requer máquina de fusão, mas tem perda significativamente maior (0,1 a 0,5 dB) e é menos confiável a longo prazo. Para redes permanentes, a fusão é sempre a recomendação.

Equipamentos necessários:

  • Máquina de fusão (fusion splicer): o equipamento principal. Alinha as fibras com precisão micrométrica e aplica o arco elétrico que funde as duas pontas. Marcas de referência: Fujikura, Sumitomo, INNO. Equipamentos profissionais custam de R$ 30.000 a R$ 100.000+, o que explica por que esse serviço deve ser feito por empresas especializadas com equipamento próprio.
  • Clivador (cleaver): corta a fibra em ângulo perfeitamente reto (90°). A qualidade do corte é determinante para a qualidade da fusão. Um corte mal feito resulta em fusão com alta perda.
  • Decapador (stripper): remove as camadas de proteção (buffer e coating) da fibra, expondo o vidro nu para o corte e a fusão.
  • OTDR (Optical Time Domain Reflectometer): equipamento de teste que envia um pulso de luz pela fibra e analisa as reflexões e perdas em cada ponto. Permite mapear toda a rede: localizar emendas, conectores, falhas e medir a perda total. Marcas de referência: EXFO, Yokogawa, VIAVI. Custa de R$ 15.000 a R$ 60.000+.
  • Power Meter + Light Source: equipamento mais simples que mede a perda total entre dois pontos (não mapeia como o OTDR). Usado para verificação rápida e certificação de enlace ponta a ponta.

Processo de fusão — passo a passo:

  • 1. Preparação: definir o comprimento da reserva técnica (folga de fibra para futuras manutenções). Identificar cada fibra pelo código de cores.
  • 2. Decapagem (stripping): remover aproximadamente 40mm do buffer/coating com o decapador, expondo o vidro nu da fibra.
  • 3. Limpeza: limpar a fibra exposta com álcool isopropílico e lenço de fibra (lint-free wipe). Qualquer partícula de sujeira compromete a fusão.
  • 4. Clivagem (corte): cortar a fibra com o clivador de precisão. O ângulo do corte deve ser inferior a 0,5° para garantir alinhamento perfeito.
  • 5. Posicionamento na máquina: inserir as duas fibras na máquina de fusão. O equipamento alinha automaticamente as fibras usando câmeras de alta resolução e microposicionadores.
  • 6. Fusão: a máquina aplica o arco elétrico que funde as duas pontas. O processo dura poucos segundos. O equipamento exibe a estimativa de perda imediatamente após a fusão.
  • 7. Proteção: um tubo termoencolhível (splice protector) é aplicado sobre a fusão para proteção mecânica, e aquecido no forno da máquina para encolher e aderir.
  • 8. Acomodação: a fusão protegida é acomodada na bandeja de emenda (splice tray), com a reserva técnica de fibra organizada adequadamente.

OTDR — o que mede e como interpretar:

O teste OTDR gera um gráfico (traço) que mostra o nível de sinal ao longo de toda a extensão da fibra. Cada elemento aparece no traço:

  • Emendas por fusão: aparecem como pequenas quedas no sinal. Perda aceitável: inferior a 0,1 dB por fusão (o ideal é inferior a 0,05 dB).
  • Conectores: aparecem como picos reflexivos. Perda aceitável: inferior a 0,5 dB por conector.
  • Atenuação do cabo: a inclinação constante do traço. Para single-mode a 1550nm, a atenuação típica é de 0,25 dB/km.
  • Falhas: aparecem como quedas abruptas ou picos anormais. Permitem localizar com precisão o ponto exato do problema (em metros).

Por que a certificação importa:

A certificação OTDR é a prova de que a rede de fibra óptica está funcionando dentro dos parâmetros aceitáveis. Sem certificação, é impossível garantir o desempenho. Provedores de internet exigem laudo OTDR para ativar enlaces. Data centers exigem certificação para manter o SLA. Em caso de problemas futuros, o laudo OTDR é o ponto de referência para comparação e diagnóstico. Na CI Tecnologia, entregamos o laudo OTDR completo de cada fibra em todo projeto — é parte do nosso padrão de qualidade.

Quando Contratar Serviço de Fibra Óptica

Fibra óptica não é necessidade de toda empresa, mas em determinadas situações é a única solução técnica viável ou a mais econômica a médio prazo. Veja os cenários mais comuns em que contratar um serviço de fibra óptica é a decisão certa.

1. Interligação entre edifícios (building-to-building)

Se a empresa tem dois ou mais prédios no mesmo terreno, campus ou quarteirão, a fibra óptica é a solução padrão para interligá-los em rede. O cabo de cobre (UTP Cat6) tem limite de 100 metros — para distâncias maiores, a fibra é obrigatória. Mesmo para distâncias menores, a fibra oferece vantagens: maior largura de banda, imunidade a interferências e proteção contra surtos elétricos (raios não afetam fibra como afetam cobre).

2. Upgrade de backbone

Quando o backbone da rede interna (a interligação entre switches de distribuição e o switch core) não suporta mais o tráfego, a fibra é o upgrade natural. Um backbone de fibra suporta 10 Gbps, 40 Gbps ou 100 Gbps — dependendo dos transceivers utilizados — eliminando o gargalo e preparando a rede para anos de crescimento.

3. Rede de provedor (ISP)

Provedores de internet usam fibra óptica extensivamente: no backbone da rede, na distribuição até os bairros e no trecho final até o assinante (FTTH). Serviços comuns incluem: fusão de novos lançamentos, reparo de rompimentos, certificação de enlace e ativação de clientes. A demanda é contínua — redes de fibra precisam de manutenção e expansão constantes.

4. Data center e sala de servidores

Dentro de data centers, a fibra óptica interliga switches ToR (Top of Rack), switches spine-leaf, storages e equipamentos de alta velocidade. A tendência é a migração de 10 Gbps para 25/40/100 Gbps, e a fibra (especialmente multimodo OM4 e single-mode OS2) é o meio de transmissão padrão para essas velocidades.

5. Distâncias acima de 90 metros

O limite prático do cabo UTP é de 90 metros (mais 10 metros de patch cord). Se o enlace entre dois pontos excede essa distância, a alternativa em cobre seria usar switches intermediários (cascata) — o que adiciona complexidade, pontos de falha e consumo de energia. A fibra percorre centenas de metros ou quilômetros com um único enlace limpo.

6. Ambientes com interferência eletromagnética (EMI)

Fábricas, subestações elétricas, áreas próximas a motores pesados, linhas de alta tensão — nesses ambientes, o cabo de cobre sofre interferência que causa erros de transmissão e perda de dados. A fibra óptica é totalmente imune a interferência eletromagnética, sendo a única opção confiável para redes em ambientes industriais hostis.

7. Reparo emergencial de fibra rompida

Rompimentos de fibra acontecem por diversos motivos: obras civis que cortam dutos, acidentes com veículos em postes, roedores que danificam cabos, vandalismo. Quando a fibra rompe, a rede para — e cada hora parada representa prejuízo. O reparo emergencial envolve localizar o ponto exato do rompimento (via OTDR), preparar a emenda e fusionar a fibra no menor tempo possível.

8. Migração de rede legada

Empresas que ainda operam com backbone de cobre antigo (coaxial, Cat3, Cat5) e enfrentam problemas de desempenho devem considerar a migração para fibra no backbone. O investimento se paga rapidamente em confiabilidade e largura de banda. A migração pode ser feita gradualmente, substituindo trechos críticos primeiro.

Sinais de que sua infraestrutura precisa de fibra:

  • Transferências de arquivo entre filiais ou andares são extremamente lentas.
  • Backups noturnos não terminam no tempo esperado.
  • O backbone de cobre está no limite de utilização.
  • A distância entre os pontos excede 90 metros.
  • O ambiente tem muita interferência eletromagnética.
  • O provedor de internet entrega fibra até o edifício, mas a rede interna limita a velocidade.

Como Escolher uma Empresa de Fibra Óptica

Serviços de fibra óptica exigem equipamento caro, habilidade técnica específica e experiência prática. A diferença entre um profissional qualificado e um improvisado pode significar uma rede estável por décadas ou problemas recorrentes que custam tempo e dinheiro. Veja os critérios essenciais para escolher o fornecedor certo.

OTDR próprio — não alugado

O OTDR é o equipamento que certifica e diagnostica a rede de fibra. Uma empresa séria de fibra óptica possui OTDR próprio, calibrado e em bom estado. Empresas que alugam OTDR para cada serviço ou que "pedem emprestado" geralmente pular a etapa de certificação ou fazem testes incompletos. Pergunte diretamente: "Vocês possuem OTDR próprio? Qual o modelo?" Um OTDR profissional (EXFO, Yokogawa, VIAVI) custa dezenas de milhares de reais — possuir um demonstra que a empresa leva o serviço a sério.

Máquina de fusão certificada

A qualidade da fusão depende diretamente da máquina utilizada. Máquinas de fusão profissionais (Fujikura, Sumitomo, INNO) fazem alinhamento por núcleo (core alignment) — o método mais preciso, com perdas típicas inferiores a 0,02 dB. Máquinas econômicas usam alinhamento por casca (cladding alignment), com perdas maiores e menos consistentes. Pergunte qual o modelo da máquina e o método de alinhamento. Emendas mecânicas (sem fusão) são aceitáveis apenas para reparos provisórios — para rede permanente, exija fusão.

Laudo OTDR como entregável padrão

O laudo OTDR é a prova documentada de que a rede funciona corretamente. Deve incluir: traço (gráfico) de cada fibra em ambas as direções, tabela de eventos (emendas, conectores, perda de cada ponto), perda total do enlace e comprimento real da fibra. Peça para ver uma amostra de laudo de projetos anteriores. Se a empresa não entrega laudo OTDR ou entrega apenas um "relatório" genérico sem traço, é um sinal de que o teste não foi feito adequadamente.

Experiência com o seu tipo de projeto

O mercado de fibra óptica atende segmentos muito diferentes: provedores de internet (FTTH, backbone), corporativo (interligação de edifícios, data center), industrial (ambientes hostis) e infraestrutura pública (CFTV urbano). Cada segmento tem particularidades. Certifique-se de que a empresa tem experiência específica com o tipo de projeto que você precisa. Um técnico excelente em FTTH pode não ter experiência com data center — e vice-versa.

Capacidade de resposta emergencial

Rompimentos de fibra geralmente são emergências que exigem reparo rápido. Avalie se a empresa tem: equipe disponível para emergências (incluindo fins de semana e feriados), equipamento próprio sempre pronto (não precisa buscar OTDR emprestado), veículo equipado para deslocamento rápido e estoque de material básico (cabo drop, splice closures, conectores). Tempo de resposta é o diferencial em emergências — pergunte qual o SLA (acordo de nível de serviço) para chamados emergenciais.

Média de perda por fusão

Um bom indicador da qualidade técnica da empresa é a média de perda por fusão. Profissionais com equipamento de qualidade e técnica apurada alcançam médias inferiores a 0,03 dB por fusão em single-mode. Médias acima de 0,1 dB indicam equipamento desgastado, técnica inadequada ou uso de máquina de alinhamento por casca. Peça essa informação — empresas competentes sabem e divulgam com orgulho.

Red flags — sinais de que a empresa não é confiável:

  • Não possui OTDR próprio ou usa modelo obsoleto sem calibração.
  • Não entrega laudo OTDR — oferece apenas "teste visual" ou "checou que funciona".
  • Usa emenda mecânica em rede permanente (deveria usar fusão).
  • Máquina de fusão de alinhamento por casca (cladding) apresentada como equivalente a alinhamento por núcleo (core).
  • Não tem estoque mínimo de material — demora dias para começar o serviço.
  • Técnico não sabe explicar a diferença entre single-mode e multimode ou interpretar um traço OTDR.

Por que a CI Tecnologia

Atuamos com fibra óptica há mais de 15 anos na Grande São Paulo. Possuímos OTDR próprio e máquina de fusão de alinhamento por núcleo (Fujikura/Sumitomo). Nossa média de perda por fusão em single-mode é consistentemente inferior a 0,03 dB. Todo projeto inclui laudo OTDR completo bidirecional. Atendemos provedores de internet, empresas corporativas e projetos industriais, com equipe preparada para emergências. Mantemos estoque de material para início rápido de projetos e reparos emergenciais na Grande São Paulo.

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Equipe CI Tecnologia — especialistas em fibra óptica
Autor
Tecnólogo em Segurança da Informação — Fundador e Responsável Técnico — CI Tecnologia em Serviços

Ivanildo Leite é fundador da CI Tecnologia em Serviços, empresa especializada em infraestrutura de redes, telefonia empresarial, interfonia e fibra óptica na Grande São Paulo. Formado em Segurança da Informação pela FATEC São Caetano do Sul, com mais de 15 anos de experiência no setor, já liderou a instalação de mais de 1.000 projetos para empresas de todos os portes — de pequenos escritórios a operações como Podpah e SENAI.

Formação: Segurança da Informação — FATEC São Caetano do Sul · Autorizado Intelbras · 15+ anos de experiência

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